Um corpo em avançado estado de decomposição foi encontrado em Piripiri. A equipe do site Piripiri Repórter foi ao local, por volta de 12h desta terça-feira (20).
O acesso é pela BR 343, na altura do bairro Prado, seguindo um caminho sentido as áreas de plantações do DNOCS, chamado por alguns como "zárea". As pessoas que encontraram o corpo estavam caçando avoantes e pediram sigilo de seus nomes, para que mostrassem o local do corpo.
A reportagem do site Piripiri Repórter enfrentou dificuldades para chegar ao local, que é de difícil acesso. Em determinado ponto, tivemos que deixar a moto e seguir a pé.
O caminho para chegar até o corpo é cheio de matas espinhosas. Um lugar onde costumam frequentar muitas pessoas. Após alguns minutos e quase 3 quilômetros a pé, chegamos ao local. Com o corpo, já em avançado estado de decomposição, um Boné, chinelos e um short. A Polícia Civil foi comunicada.
Já temos a suspeita de quem possa ser, mas aguardamos confirmação para divulgarmos.
Atualizado às 16h - 21-10-15
A Perícia e IML chegaram de THE e junto com a Polícia Civil de Piripiri foram ao local fazer a remoção e iniciar a investigação.
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Foi realizada, na manhã desta terça-feira (20), na sede da Secretaria Municipal de Educação (SEDUC), uma reunião de planejamento da passagem da Tocha Olímpica pela cidade de Piripiri, que já tem rota definida e agora parte para as inscrições das pessoas que farão parte do trajeto com a Tocha.
Na reunião, os secretários, Menandro Brito, da SEJUCE, Rodrigo Amaral (SEDUC), e Meirian Castro (SEMAD), que reforçaram o anúncio das inscrições dos candidatos a fazerem a condução da tocha, que seguem até o dia 25 de outubro.
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As inscrições podem ser feitas pela internet, pelo site da Coca-cola, site do comitê Rio 2016 e Bradesco, patrocinadores do evento olímpico que ainda estão com inscrições abertas.
No Piauí, as cidades de Parnaíba, Piripiri, Piracuruca, Campo Maior, Altos, Teresina e São Raimundo Nonato foram as selecionadas para o revezamento da tocha. O ritual será repetido em 322 municípios brasileiros, nos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, entre os meses de maio e agosto de 2016.
Na rua Maria Joaquina (foto), no Brás, placas de 'aluga-se' e lojas vazias revelam a crise enfrentada pelos fabricantes de roupas
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O que as fábricas da Vale, em Corumbá, da Petrobrás, em Caraguatatuba e da Honda, em Sumaré, têm a ver com as confecções do Brás, bairro da região centro-leste de São Paulo?
À primeira vista, a resposta seria negativa. Sucede que as demissões ocorridas nessas companhias atingiram em cheio algumas das mais tradicionais confecções do Brás, como a Rikwil, especializada em moda jovem.
As dispensas afastaram a clientela das lojas nestas três cidades, que, por sua vez, cortaram as compras das confecções.
Com 25 anos no mercado, a situação da Rikwill é emblemática do que ocorre com as cerca de 5.000 confecções do Brás, nas quais lojistas de todo o país se abastecem..
“As demissões estão provocando um forte efeito em nosso setor”, afirma Richard Narchi, sócio-proprietário da Rikwil.
E não é somente a crise que faz isso. Em Ubatuba, segundo Narchi, os lojistas afirmam que o que têm tirado os clientes das lojas são os altos reajustes do IPTU e da energia elétrica.
Quando orçamento doméstico dos moradores de Ubatuba aperta, os clientes desaparecem e os lojistas abandonam o Brás. É o chamado efeito dominó.
Outubro, tradicionalmente, é um dos meses mais aquecidos para as confecções em geral. É a época em que os comerciantes de todo o país vão atrás de artigos de verão para abastecer as lojas para o final do ano. Mas o que se observa hoje são lojas vazias e abarrotadas de mercadorias.
O semblante preocupado dos vendedores e as placas de ‘aluga-se’ espalhadas pelas ruas do bairro atestam o clima recessivo.
Em apenas um trecho da rua Maria Joaquina, uma das mais tradicionais da região, o Diário do Comércio contou dez placas de ‘aluga-se”, na sexta-feira passada (16/10).
Na Clarevidência Jeans Wear, confecção que opera há sete anos, os funcionários estimam queda de até 70% nas vendas neste ano em comparação com o ano passado.
“Nesta época, as vendas costumavam bombar. Neste ano, o lojista está vindo aqui só para repor o pouco que vendeu”, afirma Caio Jr., gerente da loja.
Os comerciantes, diz ele, voltaram a correr atrás de preço, uma situação que não se via nos últimos anos, quando a qualidade das peças era o mais importante para o cliente.
Clientes do Rio, de Minas e do Sul do Brasil, que costumavam frequentar a loja a cada 15 dias, diz Caio Jr., agora aparecem a cada dois meses. O que a confecção mais vende hoje são peças de R$ 30.
Com 46 anos, a Dinho`s Jeans, informa que o lojista mudou os hábitos de compra.
“Se ele costumava comprar 1.000 peças para o Natal, agora compra 200. Se comprava dez modelos, agora compra três, e só trabalha com reposição”, afirma Fauze Yunes, sócio-proprietário da confecção.
Essa é a situação vivida por boa parte das confecções do Brás visitadas pela reportagem do DC.
FALTA DE CONFIANÇA
A insegurança em relação ao desempenho da economia e da política brasileira é o principal motivo da retração do setor de confecção.
“O mercado está parado. O lojista não está comprando. Ou a empresa tem capital de giro para suportar este momento ou, simplesmente, fecha as portas”, diz Ronald Masijah, presidente do Sindivestuário, e sócio-diretor da Darling, uma das mais tradicionais marcas de lingerie do país.
De janeiro até setembro, segundo levantamento do sindicato, 1.732 confecções fecharam as portas no país, das quais 353 baseadas em São Paulo, causando 11.600 demissões em São Paulo e 38.700 dispensas no Brasil.
O Sindivestuário estima que, até o final do ano, cerca de 24 mil pessoas devem perder o emprego no setor em São Paulo.
No levantamento anterior do sindicato, até abril passado, eram 150 empresas. Desde então, portanto, mais 203 confecções paulistas entraram para a lista de empresas que sucumbiram com a crise.
Em vez de comprar novas mercadorias, os lojistas, estão tentando desovar estoques antigos.
As que estão em pior situação financeira, segundo afirma Masijah, são as que produzem roupas de moda. As empresas mais focadas em peças básicas, como as fabricantes de lingeries, ainda têm a chance de guardar as mercadorias para vender em 2016.
“As lojas estão às moscas em pleno final de ano. Os vendedores estão encostados no balcão”, diz o presidente do Sindivestuário.
De fato, na última sexta-feira (16/10), os balconistas mais treinados estavam postados junto à calçada, tentando convencer potenciais clientes a ver peças em promoção.
ACOMODAÇÃO IMOBILIÁRIA
Além da crise, o que tem feito muitas confecções fechar as portas, de acordo com os empresários, é o alto preço dos aluguéis.
O que está havendo nas regiões de comércio de São Paulo, dizem eles, é “uma acomodação do mercado imobiliário”. Isso significa a troca de pontos com locações mais caras por mais baratas.
Essa seria também uma razão, além da crise, da proliferação de placas de ‘aluga-se’ por toda a cidade.
Na rua Maria Joaquina, por exemplo, era comum, até pouco tempo atrás, um comerciante ter de pagar luva para estabelecer um ponto comercial.
Com a crise, a luva não só deixou de existir como, no início do ano, 28 pontos comerciais estavam fechados por falta de clientes.
“Uma parte dos imóveis voltou a ser ocupada recentemente, mas com preços bem mais baixos de locação”, afirma Jean Makdissi Jr., conselheiro da Alobrás, associação que reúne os confeccionistas e lojistas do bairro.
Essa troca de pontos comerciais criou oportunidade para alguns confeccionistas.
EDSON PAULINO: "BRASIL VIVE UMA CRISE POLÍTICA"
A Rush, confecção especializada na linha surf, acaba de abrir as portas na rua Maria Joaquina, local que sempre cobiçou.
“Não dá para baixar a cabeça. Nós acreditamos no país. A crise que o Brasil vive é política”, afirma o gerente Edson Paulino.
No dia da inauguração, na última quarta-feira (14/10), a empresa conseguiu vender cerca de R$ 2.500. Isso foi possível, diz Paulino, porque a confecção chamou clientes de outra loja que possuí pertinho dali, a Litoral Surf.
“Estamos ligando e mandando mensagem para os clientes o tempo todo”, diz.
Uma das confecções mais tradicionais do Bom Retiro, a Controvento, especializada em roupas clássicas femininas, tem utilizado fortemente o WhatsApp para atrair a clientela.
“O WhatsApp se tornou uma importante ferramenta de vendas”, afirma Stéfanos Anastassiadis, diretor comercial da confecção.
Os pedidos que os lojistas faziam nesta época do ano para vendas para o Natal, diz ele, estão sendo postergados. “Eles estão aguardando uma mudança na economia.”
A esperança dos donos de confecções é que, com o dólar na casa dos R$ 4, a importação de produtos da China diminua e os lojistas voltem a comprar das confecções nacionais.
Por enquanto, isso ainda não foi sentido no polo de confecção do Brás.
O diretor financeiro da Chrisfapi, José Neto, após reunião onde estiveram presentes amigos, familiares os vereadores Abraão Trindade, Luciano Assunção, suplentes Adara e Melo e simpatizantes, comunicou oficialmente sua pré-candidatura a prefeito.
"Há necessidade de iniciarmos um processo de renovação politica. Essa decisão é algo que foi amadurecida após muita análise da atual conjuntura política nacional e local", justifica Neto da Chrisfapi.
Ainda de acordo com Neto, "não tenho dúvida de que a população comunga com a ideia da implantação de modelos políticos e administrativos inovadores", finaliza.
Os corpos de José Hairton Andrade e Raimundo Barbosa chegaram por volta de 20h30min desta segunda-feira (19) em Piripiri. Os piripirienses foram atropelados e mortos por uma motorista embriagada na madrugada de domingo (18), em São Paulo.
Um grande número de amigos está neste momento na residência da mãe de Raimundo, no bairro Prado. O corpo de Raimundo será sepultado no início da manhã desta terça-feira, na comunidade Ingazeira. O corpo de Hairton passou pelo bairro Prado, mas logo encaminhado para Vitória, zona rural de Pedro II.
A PRISÃO DA MOTORISTA:
A Justiça decretou a prisão preventiva da motorista Juliana Cristina da Silva, de 28 anos, que atropelou dois piripirienses que pintavam uma ciclofaixa na Zona Norte de São Paulo. Ela responde por homicídio culposo, lesão corporal e fuga sem prestar socorro.
Ela tinha bebido quase três vezes mais do que o limite permitido. Juliana é formada em administração e ficará presa no 89º DP
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A Justiça decretou a prisão preventiva da motorista Juliana Cristina da Silva, de 28 anos, que atropelou dois piripirienses que pintavam uma ciclofaixa na Zona Norte de São Paulo na madrugada de domingo (18). Ela tinha bebido quase três vezes mais do que o limite estabelecido pelo código de trânsito. Ela responde por homicídio culposo, lesão corporal e fuga sem prestar socorro.
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Ela está detida na carceragem feminina do 89º Distrito Policial, na Zona Sul de São Paulo, e não deve ser transferida para Centro de Detenção Provisória (CDP) porque tem diploma de nível superior. Juliana é formada em administração.
Segundo a Globonews, ela perguntou a um carcereiro se o caso tinha dado muita repercussão e se ela continuaria presa. Diante das respostas afirmativas, Juliana começou a chorar. Ela recebeu a visita de um advogado, mas ainda não formalizou a defesa.
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Caio Goi trabalha em um bar em frente ao local do atropelamento e viu tudo o que aconteceu. "Foi bem complicado, foi uma cena bem chocante. Foi assustador na realidade, né?", disse.
Os dois operários eram funcionários de uma empresa terceirizada que prestava serviços para a CET. Ambos eram do Piauí, mais precisamente de Piripiri.
O acidente
O acidente aconteceu na madrugada de domingo (18). Dois homens pintavam uma ciclofaixa em Santana, na Zona Norte, quando foram atropelaos. Uma das vítimas morreu no local e a outra chegou a ser levada para atendimento médico.
Os atropelamentos aconteceram por volta de 1h30, na Avenida Luiz Dumont Villares. Duas faixas foram interditadas até a retirada dos corpos, por volta das 4h30.
A motorista fugiu, mas foi parada a 3 km de distância do local dos atropelamentos e levada ao 73º DP (Jaçanã). Ela foi autuada em flagrante por homicídio culposo, lesão corporal e fuga sem prestar socorro.
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Ao todo, 40 imóveis foram afetados, de acordo com a Defesa Civil. Sete feridos foram levados ao hospital e bombeiros buscam soterrados.
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Uma forte explosão no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, destruiu imóveis comerciais e residenciais na madrugada desta segunda-feira (19). Ao menos 8 feridos foram retirados dos escombros. Ao todo, 40 imóveis foram afetados, segundo o subsecretário municipal de Defesa Civil, Márcio Motta. Entre eles estão dois restaurantes e uma farmácia, que seriam o foco da explosão. Bombeiros suspeitam de vazamento de gás. Ainda segundo a Defesa Civil do Rio, 14 imóveis foram totalmente destruídos após a explosão.
Dos 8 feridos retirados dos escombros, um foi atendido no local e liberado. Sete pessoas foram levadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Duas das vítimas chegaram desacordadas. Entre os feridos está uma criança de 9 anos. Às 9h10, quatro vítimas tinham sido liberadas do Souza Aguiar.
Segundo os bombeiros, as vítimas encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar são Ana Q. Araújo, de 38 anos; Manoel L. Araújo, de 84 anos; Mauro L. Araújo, de 44 anos; Jair C. Silva, de 27 anos; Maria Márcia, de 28 anos, uma menina de 9 anos. Uma sétima vítima não foi identificada. Carlos R. Tomás, de 22 anos, foi atendido e liberado no local. O número de atendidos, entretanto, pode aumentar: até por volta das 8h, bombeiros conseguiam ouvir gritos de pedidos de socorro entre os escombros.
Explosão
A causa da explosão ainda não está clara. Bombeiros suspeitam de vazamento de gás. Há fumaça na região. A explosão aconteceu por volta das 3h e foi tão forte que pode ser ouvida na região do Sumaré, a 6 km de distância do local.
A Prefeitura do Rio de Janeiro investiga se o acidente foi causado por um botijão de gás irregular em local fechado. Ainda de acordo com a prefeitura, os imóveis afetados não eram ligados à rede de gás encanado. Por precaução, o gás da região foi desligado, segundo a Companhia Estadual de Gás (CEG).
A explosão fez com que centenas de moradores deixassem seus imóveis, com medo de novas explosões e desabamentos. A força do deslocamento de ar chegou a quebrar vidros de muitos imóveis vizinhos.
A maior parte dos imóveis atingidos fica na Rua São Luiz Gonzaga, onde há pedaços de concreto, entulho e muito vidro espalhados.
Feridos
Uma menina ferida na explosão disse que foi salva por um armário que caiu numa posição em que ela ficou protegida. Ela ainda afirmou que não viu o momento da explosão e só se deu conta depois do que tinha acontecido quando foi retirada do local.
A mãe e o pai da criança, que também estão no hospital, estão abalados. Segundo o pai da menina, a casa da família ficou totalmente destruída. Eles moram na casa número 1 de uma vila que fica atrás do restaurante, da pizzaria e da farmácia destruídos.
Resgate
Sete quarteis do Corpo de Bombeiro foram acionados para ajudar na ação e três cães farejadores ajudam no resgate a outras vítimas. Os bombeiros usam retroescavadeiras e serras elétricas na busca a possíveis vítimas soterradas.
Segundo outro morador da vila que fica no fundo dos imóveis destruídos, o susto na hora foi muito grande e as pessoas ficaram apavoradas. Segundo ele, muita gente pedia socorro.
“Foi um momento de terror, muita tensão, muita gente pedindo socorro, muita gente gritando, muita fumaça. A coisa realmente foi muita feia. Começou a cair tudo. A sorte é que a nossa [casa] não começou a cair de hora, mas a tensão primeiro foi sair lá de dentro. Foi tipo terremoto, tipo terremoto. A filha do João pedindo socorro, pois a parede do quarto caiu em cima dele e da esposa. Pessoal foi tirado a unha mesmo", afirmou Ironildo Soares de Araújo, que diz ter perdido quase tudo, mas afirmou estar aliviado por ter sobrevivido.
Deslocamento de ar
A maioria dos imóveis vizinhos foi atingida em função do forte deslocamento de ar. Portas foram arrancadas, janelas quebradas e destroços arremessados a uma grande distância. Apartamentos em edifícios que ficam a cerca de 400 metros de distância dos imóveis que explodiram, ficaram com as janelas quebradas. Segundo testemunhas na região, o cheiro de gás era muito forte.
Interdição
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que interditou um trecho da Rua São Luiz Gonzaga, entre o Campo de São Cristóvão e o Largo da Cancela, para o trabalho dos bombeiros. Há interdição também na Avenida do Exército, entre a Rua João Ricardo e o Campo de São Cristóvão. Há desvios e agentes de trânsito orientando motoristas na região.