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Piripiriense desenvolve aplicativo para celulares e é destaque em programa de TV

Rafael Guimarães foi entrevistado no programa Bom dia Piauí, na TV Clube

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O piripiriense Rafael Guimarães, morador do bairro Fonte dos Matos, mas que atualmente está em Teresina, se dedicando a estudos, foi destaque no Programa Bom Dia Piuaí, na TV Clube, filiada à Globo. Ele desenvolveu um aplicativo para celulares que objetiva facilitar a vida dos usuários de transporte público da cidade de Teresina.

Rafael, que todos os sábados se reúne com o grupo do qual faz parte, o Teresina Hacker Club, composto por jovens que dedicam parte do tempo para desenvolver dispositivos tecnológicos para facilitar a vida das pessoas.

Segundo o jovem, o aplicativo "Pega Buzão", que está em fase de testes, identifica a rota e o ônibus adequado. "O aplicativo mapeia a rota dos ônibus e é possível saber até que ponto vai aquele ônibus e onde tem um outro que possa ser pego para que o usuário chegue ao seu destino", explica.

O aplicativo de Rafael é o exemplo de como a tecnologia pode ajudar as pessoas no seu dia-dia. Segundo ele, passará por aprimoramentos e oferecerá mais informações aos seus usuários.

(JÁ FOI ENCONTRADO!!) Antonino de Araújo Machado perdeu a carteira com documentos (9974-1069)

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O moto taxista Antonino de Araújo Machado morador do bairro Crioli 2 perdeu seus documentos e, é claro, está a procura. Quem encontrar, por favor, entrar em contato com o mesmo pelo número 9974-1069.

A carteira está com todos os documentos pessoais do Antonino e a quantia de R$ 750. O moto taxista acredita que tenha perdido os documentos no trajeto entre a rodoviária e o centro da cidade.

ATUALIZADO ÀS 17H30MIN:

ENCONTRARAM A CARTEIRA E LIGARAM PARA ANTONINO. MAIS UM INTERNAUTA SATISFEITO.

Com falta de chuva e irrigação artificial, agricultores de Piripiri aguam covas usando baldes

Presidenta do STTR, Eunice Barros, esteve no assentamento Cachoeira acompanhando a situação

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Com a notável falta de chuvas, agricultores do assentamento Cachoeira, zona rural de Piripiri, conhecida pela alta produção de melancias, têm a iniciativa de aguar as covas usando baldes. A iniciativa é aplicada há alguns anos. O serviço é feito cova por cova nos 28 dos 30 hectares plantados. Eunice Barros, presidenta do Sindicato dos (as) Trabalhadores Rurais de Piripiri, esteve neste final de semana acompanhado o trabalho dos agricultores.

Os agricultores utilizam um caminhão para abastecerem os galões em uma comunidade vizinha. Além de aguar as covas semeadas, sobre elas são colocadas palhas de carnaúba, com o objetivo de para diminuir a velocidade de evaporação da água despejada na cova.

"Isso nos motiva a trabalhar em defesa do agricultor, uma vez que Piripiri está envolvida em um projeto de sisternas. Estamos lutando para que nosso município pode ter uma Secretaria de Agricultura, para ser mais um instrumento que viabilize condições, como, por exemplo, irrigação, incentivando a família, o jovem do campo sinta-se mais apoiado na sua atividade", comenta Eunice, revelando que não é somente a o assentamento Cachoeira vive esta situação. Outras comunidades estão sendo socorridas por carro-pipa.

O assentamento Cachoeira é uma grande produtora de melancias, que são vendidas todos os anos para várias cidades do Piauí e também do Maranhão e Ceará. Ano passado, foram 300 mil reais gerados com a atividade. Diretamente, são quarenta famílias que tiram o seu suspeito da cultura da melancia, plantada em 30 hectares. Destes, apenas 2 são irrigadas.

O agricultor e vice-presidente do assentamento, Gonçalo Kelé, diz que, apesar da estiagem, o árduo serviço "irrigação manual" realizado pode garantir uma boa safra.

"Temos uma expectativa de uma safra de mil toneladas, mesmo com esta condição de aguar manualmente. Trabalhamos com moradores do assentamento e de companheiros de povoados vizinhos. É um serviço que tem que ser feito, pois a gente investe em sementes caras e de qualidade e não podemos perder", disse.

Jovem de 18 anos se casará com seu próprio pai após dois anos de namoro

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Na década de 80, Barbara Gonyo, fundadora de um grupo de apoio a crianças adotadas que tiveram a chance de conhecer os pais biológicos, cunhou o termo “Atração Sexual Genética” (GSA - sigla em inglês). Segundo ela, ele diz respeito aos intensos sentimentos amorosos e sexuais observados nas reuniões de reaproximação. Em entrevista ao The Guardian, contou que este sentimento tabu ocorre em 50% dos casos em que parentes afastados se reencontram na fase adulta. É exatamente esta a realidade vivida por uma garota americana de 18 anos.

Em entrevista à The New York Magazine, a jovem da região dos Grandes Lagos, nos Estados Unidos, deu todos os detalhes do relacionamento de dois anos com o seu pai biológico, que ela conheceu 12 anos depois de completo afastamento. Um relato bastante perturbador.

Os pais da menina se conheceram no colégio, aos 18 anos, e a conceberam na noite da festa de formatura. Eles tinham um relacionamento sério há seis meses, mas romperam durante a gravidez. “Eu acho que os problemas psicológicos da minha mãe contribuíram para que a relação não funcionasse. Ela sofre de bipolaridade e outros problemas mentais”, disse. “Eles não eram felizes e não mantiveram o contato depois do meu nascimento.”

Nos dois primeiros anos de vida, ela foi criada pelos avós por conta do descontrole da progenitora e teve um breve contato com seu pai entre os 3 e 5 anos de idade. Mas os encontros eram sempre conturbados e marcados por discussões do ex-casal. Logo, as visitas cessaram

“Quando eu tinha uns 15 anos, ele escreveu para a minha mãe dizendo que gostaria de me ver. Eu disse que sentia falta dele e não me importaria em encontrá-lo. Ela me perguntou como eu poderia sentir saudades de alguém que eu mal conhecia, que eu não via há muito tempo. Mas a minha carência era de uma figura paterna.” Segundo a jovem, a mãe sempre se relacionou com os caras errados e ela nunca conseguiu se sentir próxima dos padrastos.

Até que aos 17 anos, ela teve a chance de reencontrar o pai biológico. “Minha mãe era muito controladora. Ela tinha a senha do meu Facebook, desde a criação da conta. Um dia, depois de recuperar os meus privilégios de acessar a rede social, ele me adicionou como amigo. A princípio, pensei que fosse o meu avô, por causa do nome similar. Só depois me dei conta de que se tratava do meu pai. Eu disse que achava que ele estava morto e perguntei por que ele demorou para entrar em contato. Ele disse que sempre tentava me adicionar, mas eu sempre rejeitava o convite. Era a minha mãe controlando o meu perfil.”

O contato seguiu via internet e eles descobriram vários gostos em comum. Se encontraram uma semana depois. Passaram o dia todo abraçados. “Descobrimos que somos muito parecidos.” Foi aí que a menina pediu para passar uma semana com ele, que morava cerca de 30 minutos de distância da sua casa. “Acho que minha mãe sabia que eu iria me mudar. Chegamos a um ponto onde eu precisava escapar, ela era muito controladora.”

Os dois passaram cinco dias juntos. “Ele estava morando com a namorada. Na primeira noite, dormiu no sofá e eu no chão, só para ter a certeza de que estava tudo bem. Dormir em lugares diferentes me deixava ansiosa e eu pedi para que ele ficasse comigo, caso eu tivesse pesadelo durante a noite. Na segunda noite, ele dormiu no sofá novamente. E no terceiro dia, eu me vi dormindo com ele no chão, deitada em seu peito, nos braços. A quarta noite passamos no chão de novo. Desta vez, nós realmente nos abraçamos. Quando acordamos, estávamos de conchinha. Eu não soube disso na hora, mas depois que nos declaramos, ele confessou ter tido uma ereção. [Não senti nada]. Eu estava dormindo e ele foi discretamente ao banheiro.”

Na noite seguinte, enquanto brincavam de lutinha antes de se deitarem, ela o mordeu. “Eu pude vê-lo arrepiado dos dedos dos pés aos ombros. Em seguida, ele beliscou minha coxa e eu me arrepiei toda. Paramos e dissemos que não sabíamos o que estava acontecendo, mas admitimos que sentíamos algo forte um pelo outro. Discutimos se isso era certo e nos beijamos. Depois, fizemos amor pela primeira vez. Foi quando eu perdi a virgindade.”

Ela conta que nunca teve vida social, namorou um garoto durante dois anos, mas foi traída. Em seguida, se relacionou com uma garota, mas ela era muito religiosa e a relação não vingou.

“Há uma razão para eu ter perdido a virgindade com ele - eu nunca me senti confortável com outro homem. Foi incrivelmente sensual. Nós dois tivermos orgasmos”, relatou, acrescentando que em nenhum momento foi coagida ou sentiu estranheza. “Foi natural. Não foi um tabu. Senti como se estivesse fazendo amor com um homem com quem eu estava junto há anos.”

No depoimento, ela confirmou que eles se sentiram completamente apaixonados, sentimento que causou o fim do namoro do pai, na época. A mãe e a família materna os veem como pai e filha; já a família paterna os aceita como um casal e “estão ansiosos para que tenhamos filhos”.

Quase dois anos depois do início do relacionamento, eles planejam se casar. “Quero um casamento completo, mas não legalmente registrado. Não acredito que um pedaço de papel prove que você deseja ficar com a pessoa que ama.” Para isso, pretendem se mudar para Nova Jersey, onde podem se sentir seguros perante a lei. “O incesto entre adultos não é considerado ilegal por lá. E assim que mudarmos, vou contar a todo mundo.”

O desejo do casal é também ter filhos biológicos. Eles não temem risco algum. “Eu não correria o risco de ter um filho se eu soubesse que seria prejudicial. Eu pesquisei sobre isso. Todo mundo pensa que as crianças nascidas em relações incestuosas, certamente, terão problemas genéticos, mas isso não é verdade. Isso acontece quando há anos de consanguinidade, como com a família real.”

Mas ela admite que, às vezes, o procura como filha. “Quando eu preciso do meu pai, eu digo, ‘Ei, pai, preciso de você’. E nessa hora, ele não é meu noivo ou namorado, mas meu pai.”

Hoje, ela está com 18 anos e ele com 37, mas garantem que a diferença de idade não atrapalha em nada. “Eu nunca me senti dessa forma com ninguém.”

Quanto aos julgamentos, ela diz: “Eu não entendo por que estou sendo julgada por ser feliz. Somos dois adultos que salvaram um ao outro. As pessoas precisam pesquisar mais sobre incesto e GSA, porque eles não sabem do que se trata e não entendem como acontece. Quando você tem 18 anos, você sabe o que quer. Você é adulto diante da lei. Eu posso cuidar de mim mesma. Não preciso se proteção. Se eu estivesse em uma situação da qual eu tivesse que sair, eu sairia. Não tenho medo de me defender.”

FONTE: G1

Salsa Bar promove confrontos esportivos na comunidade Salsa

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Raimundo Evaldo, do Salsa Bar, promoveu dois confrontos no campo da comunidade Salsa, zona rural de Piripiri. O evento esportivo foi bastante prestigiado.

No primeiro Jogo, enfrentaram-se San Germano 1 x 0 Unidos Futebol Clube (decisão nas penalidades após empate em tempo normal por 0 x 0). Na segunda partida, a equipe da Palmeira dos Urquizas venceu a Salsa por 4 x 1.

Raimundo Evaldo informa que, em breve, instalará na região o SALSA SUPERMERCADO, somando com outros de seus empreendimentos, como Salsa Clube, Salsa lanches, Salsa Net e Salsa Bar.


Confraternização da Parnauto Honda foi realizada na CASA DO CHURRASCO

Localizada em frente à Capela do Bairro Paciência. Fone: 9934.0633

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A Casa do Churrasco segue sendo sede de confraternizações corporativas. Desta vez, a Parnauto Ronda realizou o encontro com funcionários e parceiros.

A confraternização contou com música ao vivo e homenagem aos funcionários que se destacaram no ano de 2014, através de troféus entregues pelo gerente da Parnauto Piripiri, Alfredo Macatrão, além, é claro, do delicioso cardápio oferecido aos presentes no evento.

Restaurante e picanharia Casa do Churrasco, localizada em frente à Capela do Bairro Paciência, no cruzamento das Ruas Desembargador João Turíbio e Dr. Antenor de Araújo Freitas. Fone: 9934.0633. Também trabalha com serviço de quentinha.


Em entrevista, irmão do brasileiro morto no México conta como as drogas deixaram os dois em pânico

Fernando Silva afirma que não viu o irmão cair de um prédio porque os dois estavam 'fugindo muito daquilo que a gente achava que era real'

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O irmão de Dealberto Silva, brasileiro morto no México no dia 11 de janeiro, falou ao 'Fantástico', da TV Globo, sobre o caso. A entrevista foi ao ar na noite deste domingo.

Na entrevista, Fernando Silva afirma que não viu o irmão cair de um prédio porque os dois estavam "fugindo muito daquilo que a gente achava que era real" contou, se referindo aos efeitos causados pelo consumo de drogas, como o ecstasy. "A queda do meu irmão foi, com certeza, acidental", disse durante a entrevista. "Eu consumi aquilo que acreditava ser ecstasy. Senti muito medo, pavor. As pessoas estavam me olhando. Tudo o que a gente estava vivendo não era real, era paranoia."

Fernando contou que correu com o irmão por um condomínio, pulando cercas e obstáculos, até a exaustão. Ainda dentro do condomínio, eles se separaram. Dealberto subiu para o telhado do prédio, enquanto Fernando ficou no térreo.

Ao ouvir barulho de sirenes, ele afirma que pensou ter acontecido algo com o irmão, mas, ainda sob efeito da droga, fugiu. "Eu achava que ainda estava sendo perseguido."

Fernando fez contato com a família em Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, pela primeira vez na última segunda feira, dia 12, desde a morte do irmão. Até o telefonema, ele estava desaparecido. Durante a entrevista, ele não revelou detalhes do que fez após a morte do irmão. "Foram os piores dias de toda a minha vida".

Segundo um parente que não quis se identificar, Fernando demonstrou confusão mental nas ligações, disse que precisava de dinheiro para ir ao próprio velório e que os pais tinham morrido. A queda da sacada de um apartamento que causou a morte de Dealberto por traumatismo craniano foi acidental, de acordo com as autoridades mexicanas.

Fonte: Veja

Acidente com vítima fatal próximo à Cocal de Telha

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Um acidente envolvendo três veículos aconteceu por volta das 18:30 horas desta noite de domingo(18) próximo a ponte do Riacho Fundo, há 6 Km de Cocal de Telha, sentido Campo Maior.

Os automóveis envolvidos foram uma Triton, Fiat Uno. As primeiras informações dão conta que houve vitimas fatais e que os motoristas encontravam-se presos nas ferragens. Um dos automoevis envolvido pertence ao governo do estado. A vítima foi um senhor, que segundo as informações é natural de Alto Longá e estava no fiat uno.

A vítima fatal era da cidade de Alto Longá e se chamava Osmar Ribeiro. Ele dirigia de Alto Longá para a cidade de Brasileira onde trabalharia amanhã no fórum daquela cidade.

Fonte: Portal Campo Maior

Senhora de 97 anos se forma em Direito e diz: ''Quero é ser útil para sociedade''

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Fazer um curso superior sempre foi um sonho de Chames Salles Rolim. Mas ela adiou o sonho durante uma vida inteira, e só decidiu entrar para a faculdade após a morte do marido, com quem foi casada por 63 anos, que era bastante ciumento e não aprovava a ideia.

Aos 97 anos, com uma lucidez incrível e muito ativa e com dez filhos criados, a mineira de Santa Maria de Itabira acaba de receber o diploma de bacharel pela Faculdade de Direito de Ipatinga (Fadipa). E quer ser muito útil para a sociedade.

“Sei que a minha idade não me dá muito prazo”, diz. “Por isso o que eu quero é ser útil a quem me procurar, compartilhar o conhecimento. Se eu não souber responder algo, vou orientar a pessoa a buscar quem saiba.”

Filha de libaneses, ela acredita na instrução como ferramenta de transformação social. “O ser humano deve aprender a distinguir entre o bem e o mal e, para isso, precisa ter acesso a uma fonte esclarecedora”, afirma. “Se eu puder ajudar nisso, ficarei muito feliz.”

E complementa: “A gente sempre pode aprender, mesmo que seja a conviver melhor com as pessoas”.

FONTE: razoesparaacreditar.com

Em Piripiri, PRF recupera moto roubada com motociclista embriagado e sem capacete na BR

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Em um comando realizado pela PRF na BR 343, no Km 141, foi abordado um motociclista pilotando a motocicleta Honda/CG 125, de cor azul e placa HVF-5961, conduzida por J. M. C., 33 anos, residente em Piripiri.

O motociclista conduzia a moto sem capacete e também sem a placa de identificação. Ao ser realizado o teste do bafômetro, o mesmo acusou a marca de 1,15 dg/l de ar alveolar. Em pesquisa posterior, realizada na Rede Serpro, constatou-se que o veículo era produto de roubo/furto. O condutor foi, então, autuado por crime de trânsito (dirigir sob efeito de alcool) e também roubo/furto de veículo. A ocorrência foi por volta das 20:29 do dia 16.

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